Falkor, o dragão da sorte

“Eu gosto de crianças…”

“Oh, você poderia dar a volta e coçar atrás da minha orelha direita? Eu nunca consigo alcançar!”

Em 2020 fiquei isolada da família (moramos em cidades diferentes) por conta da pandemia. Com a saudade apertada, resolvi fazer de presente um amigurumi para cada familiar.

A História sem fim

O Falkor foi um desafio em particular pois não encontrei receita e não é exatamente um formato fácil de adaptar de outros bonecos mais populares. Além do formato, a textura era algo importante a ser levado em consideração. No filme, ele tem pelos na barriga e escamas nas costas.

As escamas não deu pra reproduzir, até pensei em usar lantejoulas, mas desisti da ideia e comprei uma linha felpuda para fazer o corpo. Detalhes como as pálpebras para que o rosto dele ficasse mais amigável e sonolento foi o que fez ele ficar com a personalidade do Falkor. Fiquei orgulhosa do resultado e muito feliz com a reação da minha irmã, que recebeu o presente.

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