Tapetes

Nem só de amigurumis vive uma crocheteira… E talvez uma das coisas com mais memória afetiva que eu faça sejam os tapetes. Minha avó e minha tia avó paternas faziam e eu me lembro de ficar olhando maravilhada a agilidade daquelas mãos tão enrugadinhas transformando uma linha num plano. Achava mágico.

Esse conjunto de tapetes e passadeira foi a primeira venda de tapetes que fiz, mas antes disso fiz muitos, pra mim, de presente, pra minha mãe que não gosta de trabalhar com barbante. E as fotos que compradora mandou dos tapetes na sua casa toda planejada me deixaram muito feliz. Cresci em casas que sempre foram montadas com o que dava pra comprar, nunca assim planejadas. Mas achei que os tapetes deram um calor pra casa, uma sensação de lar. Provavelmente muito mais a ver com minhas lembranças de casa de vó do que com a realidade, mas foi o que pensei. Concordam?

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